

por Cumlaude Lab
Se há um tema relacionado com a saúde íntima que é alvo de falsos mitos, esse tema é a secura vaginal e vulvar. De certeza que já ouviram milhares de vezes frases como «a secura íntima surge com a menopausa» ou «a secura vaginal não tem tratamento». Tudo falso, meninas.
Com o objetivo de desmistificar estes falsos mitos e oferecer informação de qualidade sobre a secura vulvar, Jennifer Verhelle, Diretora de Marca da nossa marca, conversou com a Dra. Marimer Pérez, ginecologista e obstetra, e com a revista Objetivo Bienestar. Não percas a entrevista completa!
Como deves ter visto na entrevista, estima-se que 75% das mulheres venham a sofrer de secura íntima em um ou vários momentos da sua vida. E a que nos referimos com secura íntima? Trata-se de uma diminuição do fluxo vaginal e de uma falta de hidratação que provoca sintomas incómodos, como comichão, ardor e inflamação na zona vulvovaginal, podendo também causar dor durante as relações sexuais.
Estes dados reforçam o que a Dra. Marimer Pérez refere na entrevista: a secura vulvovaginal não afeta apenas as mulheres na menopausa, mas pode surgir em diferentes fases das nossas vidas devido a causas biológicas, como a amenorreia, ou a processos fisiológicos, como a amamentação, o puerpério ou a menopausa, mas também por causas externas, como o stress, a toma de determinados medicamentos, a utilização de pensos higiénicos, a toma da pílula contraceptiva, maus hábitos de higiene íntima, entre outros.
Na entrevista, Jennifer Verhelle afirmou que «Ainda há muitas pessoas que confundem os lubrificantes com os hidratantes e utilizam-nos indistintamente, pensando que são a mesma coisa, mas não é assim». Para tratar a secura vaginal e vulvar, é importante seguir uma rotina correta de cuidados íntimos que inclua a prática diária de uma higiene íntima adequada na zona vaginal, uma vez que a vagina possui o seu próprio sistema de autolimpeza, e a utilização de sabonetes na zona interna pode agravar a secura, além de dar origem a outros tipos de problemas. A utilização de um hidratante para a zona genital externa também deve ser diária e, em caso de relações sexuais, deve utilizar-se sempre um lubrificante à base de água; estas medidas ajudar-nos-ão a combater a secura vulvar.



Vamos acabar com o tabu da secura vaginal, pois esta não afeta apenas as mulheres que chegam à menopausa. Isso é um mito!